Matéria do Culturanja:
Página publicada originalmente no Jornal Umuarama Ilustrado, de Umuarama, Paraná, no dia 07 de Fevereiro de 2010. Para ler as edições da antiga Cultura & Arte, clique aqui.
Ângela Russi :
- Ela é a Última que Morre [foto por Thiago Casoni]
Caroline Guimarães Gil :
- Um Corpo Desacostumado : rua escura, estreita e às vezes sem saída [Novela, Parte 01]
Thiago Calixto :
- Uma Cidadã Diante da Sociedade do Espetáculo.
26534480-Culturanja-07-de-Fevereiro-de-2010(2)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Culturanja & Jornal Umuarama Ilustrado
Página publicada originalmente no Jornal Umuarama Ilustrado, de Umuarama, Paraná, no dia 17 de Janeiro de 2010. Para ler as edições da antiga Cultura & Arte, clique aqui.
Ângela Russi :
- Coragem. [em homenagem à Doutora Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança.]
Caroline Guimarães Gil :
- O Menino que Consertou o Mundo.
Tiago Lobão Inforzato :
- Umuaramenses com Circulação Nacional.
25382990 Culturanja 17 de Janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Revista UP: Passe a pena no tinteiro e borre o blog
Fiquei muito feliz, com a matéria que o Tiago Lobão fez sobre escritores que divulgam seus trabalhos pela internet. A dificuldade que possuimos em ter acesso aos leitores, ainda mais sendo iniciantes, é muito grande! E esta matéria, com certeza, vem para nos revigorar e reforçar, continuar a luta: avante!
Gosto de descobrir escritores novos, pois não é que são novos, mas não são conhecidos ainda. Pois, já são escritores, e existe muita gente por ai, com talento enorme. Isso também, vale para diversas áreas artísticas.
Agradeço o Tiago e Silvio Sakamoto pelas fotografias durante a entrevista.
Para conferir a matéria, só clicar aqui: Revista UP
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Culturanja & Jornal Umuarama Ilustrado
Postado no blog do Culturanja...
Angela Russi Frasquete :
- Educação
Caroline Guimarães Gil :
- Acadêmicos de Publicidade e Propaganda festejam evento de Curta-Metragens [Mostra de Filmes Minuto e Meio]
Tiago Knoll Inforzato :
- Ou você pode ir à pé.
- Ver-te Amanhecer [Poesia]
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Culturanja, 29 de Novembro de 2009.
Página publicada originalmente no Jornal Umuarama Ilustrado, de Umuarama, Paraná, no dia 29 de Novembro de 2009. Para ler as edições da antiga Cultura & Arte, clique aqui.
Angela Russi Frasquete :
- Educação
Caroline Guimarães Gil :
- Acadêmicos de Publicidade e Propaganda festejam evento de Curta-Metragens [Mostra de Filmes Minuto e Meio]
Tiago Knoll Inforzato :
- Ou você pode ir à pé.
- Ver-te Amanhecer [Poesia]
domingo, 29 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Infinito Particular
Infinito Particular
Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Crescer...
Seria isso, bom ou ruim?
A cada instante que uma parte de mim se abre a algo novo, não há retorno, eu não posso mais voltar a minha inocência em dizer que eu não sabia e/ou não notei. Implica em escolher, e a escolha gera angustia. Porque quando você escolhe uma coisa, você renuncia as demais opções. Implica num medo em arriscar. O que será o certo? O que será o errado?
Olhar para o céu, se tornou algo cada vez mais difícil. Pois o tempo me toma o espaço, e o pouco do que me resta, tento fazer o possível. O tempo tornou-se tão contagioso, como um viruz que vai corroendo tudo o que toca.
Quanto mais eu cresço, percebo que as responsabilidades aumentam. E as exigências não só de fora são maiores, como também as minhas se proliferam igualmente.
Ser implica em expor-se a alguma coisa. Ser unicamente pra si mesmo não é ser. Ser é uma coisa que vai de ti pra ti, e de ti para o mundo todo. E isso talvez tenha me causado grandes reflexões, e grandes questões...
Houve uma época em que eu não tinha a mínima noção de ser, mas os outros eram por mim, e me faziam assim.
Noutra época, eu tinha tanta certeza de que eu era, que pouco me importava ser para os outros, ou pedir auxilio e alguma ajuda. Bastava viver por mim, e me construir.
Hoje eu descobri que eu não sei ser por mim e nem para os outros.
A cada instante que uma parte de mim se abre a algo novo, não há retorno, eu não posso mais voltar a minha inocência em dizer que eu não sabia e/ou não notei. Implica em escolher, e a escolha gera angustia. Porque quando você escolhe uma coisa, você renuncia as demais opções. Implica num medo em arriscar. O que será o certo? O que será o errado?
Olhar para o céu, se tornou algo cada vez mais difícil. Pois o tempo me toma o espaço, e o pouco do que me resta, tento fazer o possível. O tempo tornou-se tão contagioso, como um viruz que vai corroendo tudo o que toca.
Quanto mais eu cresço, percebo que as responsabilidades aumentam. E as exigências não só de fora são maiores, como também as minhas se proliferam igualmente.
Ser implica em expor-se a alguma coisa. Ser unicamente pra si mesmo não é ser. Ser é uma coisa que vai de ti pra ti, e de ti para o mundo todo. E isso talvez tenha me causado grandes reflexões, e grandes questões...
Houve uma época em que eu não tinha a mínima noção de ser, mas os outros eram por mim, e me faziam assim.
Noutra época, eu tinha tanta certeza de que eu era, que pouco me importava ser para os outros, ou pedir auxilio e alguma ajuda. Bastava viver por mim, e me construir.
Hoje eu descobri que eu não sei ser por mim e nem para os outros.
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